top of page

Biossegurança em laboratórios: vejo como proteger os postos de coleta durante o pico de testes

  • Foto do escritor: MaxClean
    MaxClean
  • 00false00 GMT+0000 (Coordinated Universal Time)
  • 3 min de leitura

Os profissionais que trabalham na linha de frente dos diagnósticos conhecem bem o ritmo dos meses mais frios do ano. As salas de espera transbordam, as agendas lotam e a cada cinco minutos, um novo paciente ocupa uma cadeira nos boxes de coleta.


Alguns vêm com tosse seca, febre ou coriza. Outros, assintomáticos, buscam apenas um check-up. O problema é que os vírus respiratórios não tiram folga, e o risco de contaminação cruzada cresce na mesma proporção que a demanda por testes moleculares e hemogramas.


Neste artigo, você vai entender por que esses ambientes viram zonas críticas durante as viroses de inverno e descobrir como proteger sua equipe, os pacientes e toda a operação sem comprometer o fluxo de atendimentos. Confira! 


Os patógenos se escondem em diferentes superfícies 

A cadeira giratória, os braços de apoio, a bancada onde repousam tubos, algodão e outros materiais hospitalares são vetores de doenças. Cada centímetro dessas superfícies é tocado, respirado ou encostado por dezenas de pessoas em postos de coleta. 


Estudos mostram que vírus envelopados, como influenza e rinovírus, podem permanecer viáveis em aço inoxidável e plástico por horas. Em pleno pico de testagem, tudo o que está dentro do ambiente vira uma ameaça à saúde. 


A técnica tradicional de higienização até resolve, mas traz efeitos colaterais incômodos. Borrifar solução sobre a cadeira encharca o assento e atrasa a secagem, obrigando a próxima pessoa a esperar. 


Quando o profissional usa panos reutilizados, o risco de espalhar microrganismos de um ponto a outro é enorme. Sem falar na logística de baldes, diluições e lavagens que consomem tempo precioso.


Um minuto que muda a rotina

A desinfecção entre a rotatividade de pacientes pode ser feita num gesto simples, rápido e sem resíduos com uma solução simples mas muito eficaz. 


A linha Higindoor® 640 é um detergente desinfetante que elimina bactérias e vírus em apenas 60 segundos. 


Diferente do álcool ou cloro comuns, o Peróxido de Hidrogênio Ativado presente na fórmula combina ação oxidante potente com baixa corrosividade.


Os wipes prontos para uso são o destaque prático. Cada lenço umedecido cobre cerca de 2 m² de superfície, sendo ideal para higienizar:

  • Apoio de braço;

  • Borda da bancada;

  • Encosto e assento da cadeira;

  • Objetos de uso coletivo;

  • E muito mais.  


Não há preparo prévio. Puxou, limpou, descartou!

Como são biodegradáveis e vão para o lixo orgânico comum, você elimina a fadiga de gerenciar panos sujos ou soluções armazenadas no almoxarifado. 


Higiene e segurança sem exageros

Com poucas passadas do Higindoor® 640, os locais ficam limpos, desinfetados e alvejados em etapa única, sem cheiro forte ou resíduo pegajoso na pele de quem vai sentar a seguir. Em menos de um minuto, o box está pronto para o próximo paciente.


O produto também é indicado para mesas de exames, equipamentos médicos não críticos e mobiliário de ambulatórios. Laboratórios de análises clínicas, postos de vacinação e centros de coleta de sangue encontram nele um aliado contra a contaminação cruzada, sem precisar paralisar o atendimento.


Invista em protocolos de desinfecção práticos e eficazes 

Para manter o fluxo de coletas acelerado e garantir a segurança de colaboradores e pacientes você precisa de uma solução de limpeza profissional desenvolvida para ambientes de alto risco. 


Fale com um consultor MaxClean e descubra como os wipes da linha Higindoor® 640 podem melhorar a biossegurança do seu laboratório. 


Comentários


bottom of page